Santé - Cadernos de Ciências da Saúde
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<p><strong>Santé - Cadernos de Ciências da Saúde</strong> é uma revista científica interdisciplinar de acesso aberto e totalmente gratuita, dedicada à <strong>Saúde Coletiva</strong>. Com periodicidade semestral, publica artigos originais, revisões e estudos de caso sobre temas como <strong>epidemiologia</strong>, <strong>gestão em saúde pública</strong>, <strong>promoção da saúde</strong>, <strong>ciências sociais aplicadas</strong> e <strong>desigualdades em saúde</strong>.</p> <p>A revista se destaca pelo compromisso ético e pela formação de novos pesquisadores, incentivando a produção acadêmica de alta qualidade. Os manuscritos passam por um rigoroso processo de <strong>avaliação por pares duplo-cega</strong>, garantindo transparência e confiabilidade científica. Todos os artigos são publicados sob a <strong>Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional</strong>, promovendo o compartilhamento responsável do conhecimento.</p> <p><strong>ISSN-e</strong>: 2764-9776</p>pt-BR[email protected] (Profª. Dra. Raphaela Rezende Nogueira Rodrigues)[email protected] (Profª. Dra. Raphaela Rezende Nogueira Rodrigues)Mon, 23 Feb 2026 09:19:39 -0300OJS 3.3.0.8http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss60Entre laços e escolhas:
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<p><strong>Objetivo: </strong>Desenvolver uma ação educativa direcionada a adolescentes grávidas e seus familiares, transformando a sala de espera em um espaço de diálogo sobre contracepção, direitos sexuais e reprodutivos e prevenção de infecções sexualmente transmissíveis. <strong>Métodos: </strong>A atividade foi realizada no ambulatório do SUS do Hospital Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes (PE), no mês de setembro de 2025, envolvendo nove discentes sob orientação docente e dezoito participantes, entre adolescentes, gestantes e mães. Utilizaram-se dinâmicas interativas e rodas de conversa para abordar métodos contraceptivos e prevenção de infecções sexualmente transmissíveis. <strong>Resultados:</strong> Observou-se ampla participação e diálogo intergeracional, com desconstrução de mitos e fortalecimento do protagonismo feminino no cuidado com a saúde reprodutiva. <strong>Conclusão: </strong>A intervenção favoreceu o aprendizado, o fortalecimento do vínculo entre universidade e comunidade e a promoção da autonomia reprodutiva, evidenciando o impacto positivo das ações educativas em saúde no SUS.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Planejamento Familiar; Educação em Saúde; Adolescente; Saúde Sexual e Reprodutiva; Extensão Comunitária.</p>Alana Ellen Oliveira Lima Queiroz, Aíla Marinheiro de Morais, Aureo Luís Vitorino Alves de Souza Gondim, Ellen Cassiane Oliveira dos Santos, Gabryele Araújo, Iana Almeida Carvalho de Queiroz, Jônatas de Carvalho Silva, José Fernandes da Silva Cardoso, Lara Maria Braga Santos de Melo, Maria Vitória Xavier Braga de Vasconcelos, Tiburtino de Almeida Neto, Maria Luiza Ribeiro Bastos da Silva
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https://periodicos.unidep.edu.br/sante/article/view/394Thu, 12 Feb 2026 00:00:00 -0300Qual é a música?
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<p><strong>Objetivo: </strong>Estimular a coordenação motora, o raciocínio lógico, a memória e a socialização de idosos residentes em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) por meio do bingo musical. <strong>Métodos</strong>: Relato de experiência desenvolvido por estudantes do terceiro período de Medicina, que realizaram visita diagnóstica para conhecer o perfil dos residentes de uma ILPI localizada em Jaboatão dos Guararapes – PE. A instituição abriga idosos de ambos os sexos biológicos, com idades entre 60 e 85 anos. <strong>Resultados:</strong> A ação foi conduzida por meio de dinâmicas interativas de educação em saúde, utilizando um bingo adaptado com trechos de músicas populares brasileiras, de acordo com o repertório cultural dos participantes. A atividade gerou elevado engajamento, entusiasmo e participação ativa, com intensa interação entre os idosos. Houve fortalecimento dos vínculos sociais, resgate de memórias afetivas e relatos espontâneos sobre experiências de vida relacionadas às músicas. Observou-se melhora na atenção, na memória auditiva e na coordenação motora fina, além de impactos positivos no humor, na comunicação e na autoestima, com participantes expressando desejo por novas atividades semelhantes. <strong>Conclusão:</strong> O bingo musical mostrou-se uma estratégia eficaz, de baixo custo e fácil aplicação, promovendo envelhecimento ativo e qualidade de vida, com potencial para ser replicada em outras instituições.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Idoso; Cognição; Atividades de Lazer</p>Ana Carolina Cavalcanti Campos, Hellen Vitória Leandro da Luz Silva, Letycia de Lira Rufino, Nycole Farias Barros, Júlia Oliveira Ferreira, Aluisya Karolyne Paiva de Sousa, Maria Eduarda Régis Alexandre, Joana Camilly Quezado da Silveira, Mirele Barreto Barbosa, Clarissa Alencar de Macau Furtado, Maria Helena de Souza Vaz Siqueira, Sarah Thauany Rocha da Silva, Evellyn Camila Carvalho de Almeida, Brisa Santos Martins , Natália Feitoza Santos Clemente, Livya Tavares Cruz Figueiredo , Maria Luiza Ribeiro Bastos da Silva
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https://periodicos.unidep.edu.br/sante/article/view/377Thu, 12 Feb 2026 00:00:00 -0300As condutas de enfermagem no atendimento à parada cardiorrespiratória no ambiente hospitalar:
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<p><strong>Objetivo:</strong> Analisar as produções científicas, nacionais e internacionais, acerca das condutas de enfermagem no atendimento à parada cardiorrespiratória no ambiente hospitalar. <strong>Método:</strong> Trata-se de uma revisão narrativa de literatura que utilizou como base de dados o Portal Regional da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e a National Library of Medicine (Medline) via portal PubMed. Na BVS foram usados os Descritores em Ciências da Saúde, e na PubMed os Medical Subject Headings. <strong>Resultados:</strong> A amostra foi composta por nove artigos, predominando estudos publicados nos anos de 2019 e 2020 e no Brasil. A análise possibilitou a construção de dois eixos temáticos de discussão: “Potencialidades e fragilidades no atendimento à parada cardiorrespiratória” e “Fatores determinantes para o sucesso da ressuscitação cardiopulmonar executada pela equipe de enfermagem”. <strong>Conclusão:</strong> A partir desta narrativa, identificam-se lacunas do conhecimento nas condutas da equipe de enfermagem em casos de parada cardiorrespiratória.<br /><strong>Palavras-chave:</strong> Cuidados de enfermagem; Parada Cardíaca; Hospital; Revisão; Condutas Profissionais.</p>Daniéli Peripolli Tonel, Gianfábio Pimentel Franco, Andressa de Andrade, Alexa Pupiara Flores Coelho Centenaro, Mônica Ariane Santos Otero Brizola, Priscila de Oliveira Rodrigues
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https://periodicos.unidep.edu.br/sante/article/view/357Thu, 12 Feb 2026 00:00:00 -0300O impacto das adaptações razoáveis no trabalho para a saúde de pessoas autistas
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<p><strong>Objetivo</strong>: Identificar as dificuldades enfrentadas pelas pessoas autistas no ambiente de<br />trabalho e as adaptações razoáveis que podem ser implementadas para reduzi-las, bem como analisar<br />como tais adaptações podem impactar na melhoria da saúde e do bem-estar desses trabalhadores.<br /><strong>Método</strong>: Estudo qualitativo, de natureza documental e bibliográfica. Pesquisa realizada por meio da<br />análise de normas jurídicas e de produções acadêmicas. Resultados: Com a análise dos critérios<br />diagnósticos e das características comuns em pessoas que fazem parte do Transtorno do Espectro<br />Autista (TEA), foi possível relacionar exemplos de adaptações que podem contribuir para a redução dos<br />desafios enfrentados por esses trabalhadores, assim como para a diminuição de crises e prevenção de<br />sobrecargas. <strong>Conclusão:</strong> As adaptações razoáveis são essenciais para a inclusão efetiva e a promoção<br />da saúde e bem-estar de pessoas autistas no ambiente de trabalho.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Adaptações Razoáveis; Autistas; Trabalho; Saúde.</p>Juliana Hernandez de Figueiredo
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https://periodicos.unidep.edu.br/sante/article/view/373Thu, 12 Feb 2026 00:00:00 -0300Transtorno do espectro autista no atendimento ortodôntico:
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<p style="font-weight: 400;"><strong>Objetivo:</strong> Analisar práticas e desafios no atendimento ortodôntico a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), segundo ortodontistas. <strong>Métodos:</strong> Estudo transversal com aplicação de questionário eletrônico validado a ortodontistas registrados no Conselho Federal de Odontologia, investigando perfil profissional, experiência com TEA, dificuldades clínicas e conhecimento sobre a classificação dos níveis do transtorno. <strong>Resultados:</strong> Foram validadas 23 respostas. 69,6% relataram já ter atendido pacientes com TEA, porém apenas 13,6% possuíam capacitação específica. Os principais desafios foram dificuldades de comunicação (56,52%), adesão ao tratamento (26%) e necessidade de individualização do manejo (21,73%). Embora 95,7% reconhecessem a importância da classificação do TEA, apenas 4,5% a solicitaram rotineiramente. As principais adaptações relatadas incluíram uso de técnicas visuais (30,43%) e aparelhos de fácil manutenção (23,52%). <strong>Conclusão:</strong> O estudo evidenciou desafios significativos, especialmente quanto à comunicação e manutenção da higiene bucal, além de uma lacuna entre a percepção e a aplicação clínica da classificação do grau de TEA.</p> <p style="font-weight: 400;"><strong>Palavras-chave:</strong> Transtorno do espectro autista; Ortodontistas; Conhecimentos, Atitudes e Prática em Saúde; Assistência Odontológica para a Pessoa com Deficiência.</p>Maria Eduarda Dengo, Sarah Cavalcante Curado Mercio, Christiana Almeida Salvador Lima, Gabriela Dagios Amadori, Alice Ramos de Freitas Pereira
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https://periodicos.unidep.edu.br/sante/article/view/363Thu, 12 Feb 2026 00:00:00 -0300Sol do campo:
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<p><strong>Objetivo:</strong> Avaliar o conhecimento de trabalhadores rurais sobre os riscos da exposição solar e promover a conscientização quanto ao uso de protetores solares. <strong>Métodos:</strong> Estudo observacional de natureza exploratória, de ordem quantitativa, realizado com trabalhadores vinculados a sindicatos rurais de uma cidade do interior do paraná. <strong>Resultados:</strong> Obteve-se uma amostra de 31 trabalhadores, sendo 16 homens e 15 mulheres, observou-se que 74,19% atuavam ao ar livre por mais de 40 horas semanais. O uso de protetor solar era inadequado: apenas 58,06% o utilizavam diariamente, principalmente no rosto, com 83,87%, enquanto a proteção labial era pouco frequente, com apenas 19,35%. Além disso, 61,29% nunca realizaram autoexame bucal e 58,06% desconheciam essa prática. <strong>Conclusão:</strong> Os dados evidenciam falhas nos cuidados com a exposição solar e com a saúde bucal. No entanto, materiais educativos, como vídeos e folhetos, mostraram-se eficazes na sensibilização dos participantes e no estímulo a atitudes preventivas no contexto rural.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Queilite; Câncer Ocupacional; Saúde da População Rural; Trabalhadores Rurais; Protetor Solar.</p>Marcela Vitoria de Souza, Natanael Daniã Cenci Menegotto, Christiana Salvador Lima, Hevelyn Xavier Luciano, Gisele Reisdoerfer Galina
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https://periodicos.unidep.edu.br/sante/article/view/362Thu, 12 Feb 2026 00:00:00 -0300Estratégias de enfrentamento da violência contra mulher:
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<p><strong>Objetivo:</strong> identificar as estratégias utilizadas para o enfrentamento da violência contra a mulher. <strong>Metodologia:</strong> trata-se de uma revisão integrativa de literatura. Os estudos foram selecionados a partir das bases de dados, Biblioteca Virtual em Saúde - BVS, Portal CAPES e LILACS – Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde. Identificaram-se 194 resultados e 12 compuseram a amostra final. <strong>Resultados:</strong> a análise evidencia as principais estratégias de enfrentamento vivenciadas pelas vítimas e a atuação dos profissionais da saúde nesse cenário. <strong>Considerações Finais: </strong>devido à falta de conhecimento dos profissionais sobre as estratégias de enfrentamento, o manejo das vítimas, a identificação e acompanhamento dentro da rede de apoio, as mulheres atingidas, muitas vezes buscam estratégias de enfrentamento sozinhas, focadas na religião e alívio emocional.</p>Maria Grazieli Belloli, Vitória Kaoana Alves Dos Santos, Cleunir de Fátima Candido De Bortoli
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https://periodicos.unidep.edu.br/sante/article/view/346Thu, 12 Feb 2026 00:00:00 -0300Excisão cirúrgica de fenômeno de extravasamento mucoso em paciente odontopediátrico:
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<p><strong>Introdução</strong>: A mucocele é uma lesão benigna, cística, comum nas glândulas salivares menores da cavidade oral. Surge pelo acúmulo de muco após a ruptura do ducto salivar e extravasamento para os tecidos adjacentes. <strong>Objetivos: </strong>Reportar um caso de excisão cirúrgica de mucocele em criança. <strong>Relato de caso:</strong> Paciente sexo feminino, 9 anos, apresentou lesão em mucosa labial inferior há aproximadamente cinco meses. Ao exame, observou-se lesão única, em forma de bolha, assintomática, com cerca de um centímetro, firme e de superfície lisa. À hipótese diagnóstica foi mucocele, sendo indicada excisão cirúrgica. O procedimento foi realizado sob anestesia local, com incisão, divulsão cuidadosa e exérese completa da lesão, seguida de sutura simples. O material foi encaminhado para análise histopatológica, confirmando extravasamento mucoso. O pós-operatório ocorreu sem intercorrências. <strong>Conclusão: </strong>A remoção completa da mucocele e das glândulas acessórias, assim como a ausência de recidiva, caracterizou o sucesso na abordagem do caso.</p>Hiago Hercides Betin, Letícia Alves Carneiro, Christiana Salvador Lima, Marta Aparecida Alberton Nuernberg, Gisele Reisdoerfer Galina
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https://periodicos.unidep.edu.br/sante/article/view/361Thu, 12 Feb 2026 00:00:00 -0300Unindo Clima, Ambiente e Saúde: Uma Perspectiva da Saúde Única
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<article class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&:has([data-writing-block])>*]:pointer-events-auto [content-visibility:auto] supports-[content-visibility:auto]:[contain-intrinsic-size:auto_100lvh] scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" dir="auto" tabindex="-1" data-turn-id="request-WEB:0a259c74-9e12-4618-94d0-5c0b2aa8882a-1" data-testid="conversation-turn-4" data-scroll-anchor="true" data-turn="assistant"> <div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:--spacing(4)] thread-sm:[--thread-content-margin:--spacing(6)] thread-lg:[--thread-content-margin:--spacing(16)] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] thread-lg:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" tabindex="-1"> <div class="flex max-w-full flex-col grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal [.text-message+&]:mt-1" dir="auto" data-message-author-role="assistant" data-message-id="d21c6edf-3e04-43be-8dac-5259ef8fdfd2" data-message-model-slug="gpt-5"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[1px]"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full break-words dark markdown-new-styling"> <p data-start="0" data-end="1270" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A crise climática representa um dos maiores desafios contemporâneos, afetando ecossistemas, saúde humana e animal, segurança alimentar e estabilidade social, e ampliando desigualdades socioeconômicas e geográficas. O aquecimento global e a degradação ambiental intensificam eventos extremos, gerando impactos físicos, mentais e estruturais que desafiam sistemas de saúde e governança. A abordagem de “Uma Só Saúde” reforça a interdependência entre os ecossistemas e a saúde humana e animal, evidenciando a necessidade de estratégias integradas e sustentáveis para mitigação e adaptação. Entretanto, a compreensão dos impactos climáticos sobre a saúde enfrenta desafios metodológicos relacionados à qualidade e granularidade dos dados, à variabilidade ambiental e aos fatores de confusão socioeconômicos. A integração de estudos ecológicos e individuais, aliada a tecnologias inovadoras e à colaboração interdisciplinar, é fundamental para gerar evidências robustas e orientar políticas públicas eficazes. Diante da policrise global, respostas urgentes exigem comunicação científica acessível, governança participativa e cooperação entre governos, academia e sociedade, visando fortalecer a resiliência coletiva e promover justiça climática e sustentabilidade planetária.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </article>Jonathan Vicente dos Santos Ferreira, Juliana Scherer, Mellanie Fontes-Dutra, Leonardo Dorneles Araújo, Karina Bruno Lima
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